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Metaverso: um sonho que se tornou uma realidade

Simular realidades em telas e tablets não é uma novidade. De plataformas de teste de voos, passando por simuladores de parques de diversões e zoológicos até programas mais sofisticados em que o usuário podia criar sua própria família e viver aventuras com esse avatar fizeram parte dos grandes anos 2000 e estimularam uma nova era de possibilidades para aprender e brincar sem sair de casa.


De alguns anos para cá, novas experiências 100% digitais apostaram no diferencial da interação com outros usuários. Do pioneiro Second Life a joguinhos voltados ao público infantil — Fortnite, Roblox e Minecraft, para ficar em alguns exemplos —, essa segunda fase ficou marcada pelo uso dos recursos do game como mapas, ferramentas e a própria lógica dentro da plataforma e sua combinação com a comunicação de jogadores, que cada vez mais ficavam mais inversos e ligados no universo.


Mais recentemente, a Meta (empresa dona do WhatsApp, Facebook e Instagram) deu a largada em seu próprio ambiente de metaverso, o Horizon Worlds, que logo foi chamado de Metaverso do Facebook. Nele, além da experiência do game, usuários podem criar negócios, ministrar palestras, fazer cursos e até abrir escolas a moeda do universo, a SAND. Apesar do hype da novidade, o lançamento oficial da plataforma em agosto passado deixou uma série de desapontados na internet. Entre as críticas, os usuários criticaram a estética cartunesca, o uso prioridade dos óculos de Realidade Virtual (VR) para ter acesso e a grande semelhança ao datado Second Life.


No ano passado, a octaEra também lançou seu próprio metaverso. Reunindo mais de 200 horas de gravações e mais uma centena para a edição e a construção do universo digital, a plataforma oferece visitas a aldeias indígenas e biomas de difícil acesso a moradores das cidades. Disponível nos formatos desktop (computador), celular e pela experiência de óculos de VR, o visitante tem uma vivência imersiva dos sons, cores e mistérios da natureza e dos saberes ancestrais dos povos originários.


Para os criadores do projeto, a plataforma se apresenta como uma ferramenta importante para jovens e crianças conhecerem as tradições e os costumes de nações ancestrais e se conectarem com afinco às paisagens do nosso Brasil. Para Michel B.Horn, escritor de várias obras sobre inovação na educação, espaços que permitem interações mais reais e autênticas com o conhecimento produzem alunos engajados e aumenta o aprendizado dos estudantes.


Gostou de aprender sobre o metaverso e o octaEra? Para saber mais da iniciativa e dar uma olhadinha nos passeios por nossa natureza e pelos saberes tradicionais da terra, procura Metaverso na nossa bio!



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